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Mais usadas

Número por extenso

Escreva números e valores em reais por extenso, com as regras do português.

Até 999 trilhões. Ponto separa milhar, vírgula separa os centavos.

O que escrever
Gênero
Letras

Aguardando o número

Digite um número e a escrita por extenso aparece aqui.

Atualizado em 12/09/2026Fontes oficiaisReportar um erro

Você sabia?

Como funciona

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A regra por trás do resultado, explicada para quem quer entender a conta, conferir antes de usar ou aplicar no próprio trabalho.

Digite um número ou uma quantia e veja a forma escrita, com a concordância certa. A conversão roda no seu navegador e aceita até 999 trilhões.

A regra do “e”

Quase todo erro de extenso está no “e”. São duas regras diferentes, que muita gente aplica como se fosse uma só.

Dentro de um grupo de três dígitos, o “e” é obrigatório entre a centena e a dezena, e entre a dezena e a unidade. Cento e vinte e três. Isso nunca muda.

Entre grupos, a regra é outra. O “e” entra quando o grupo seguinte é menor que cem, ou quando é uma centena redonda, e é a última parte com valor.

Número Por extenso Por quê
1.001 mil e um O que vem depois é menor que cem
1.100 mil e cem Centena redonda, e é o fim
1.234 mil duzentos e trinta e quatro 234 não é nem uma coisa nem outra
1.000.100 um milhão e cem Centena redonda, e é o fim
1.234.567 um milhão duzentos e trinta e quatro mil quinhentos e sessenta e sete Nenhum grupo se encaixa

Gênero

Poucos números flexionam, mas os que flexionam aparecem o tempo todo.

Um e dois viram uma e duas. As centenas de duzentos a novecentos viram duzentas a novecentas. Todo o resto é invariável.

Mil, milhão, bilhão e trilhão não flexionam, porque milhão, bilhão e trilhão são substantivos masculinos por conta própria. Duas mil pessoas está certo; dois milhões de pessoas também, e não duas milhões.

Dinheiro

O modo de reais segue as regras acima e acrescenta duas.

A primeira é o “de”. Quando a quantia é um múltiplo exato de milhão para cima, entra a preposição: um milhão de reais. Basta existir qualquer parte menor para ela sumir: um milhão e um reais.

A segunda é o singular. Um real, e não um reais. Um centavo, e não um centavos.

Vale observar como a ferramenta trata os centavos por dentro: o valor é convertido para centavos inteiros antes de qualquer conta. Números com casas decimais não são exatos em ponto flutuante, e um extenso que erre um centavo é um extenso errado.

Onde o extenso ainda decide

Em cheque e em contrato, quando o valor por extenso discorda do valor em algarismos, prevalece o que está escrito por extenso. A razão é prática: acrescentar um zero a um algarismo é fácil, reescrever uma linha inteira não é.

Exemplos

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Preencher um cheque

Escolha Valor em reais e digite 1.250,00. O resultado sai como mil duzentos e cinquenta reais, que é a forma que o banco espera na linha do extenso.

Escrever uma cláusula de contrato

Contratos repetem o valor por extenso entre parênteses logo após o número. Use Primeira maiúscula quando a cifra abre a frase.

Concordar com um substantivo feminino

Duas mil pessoas, e não dois mil pessoas. Escolha o modo Número e o gênero feminino para que a ferramenta flexione o que deve ser flexionado.

Perguntas frequentes

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Por que às vezes tem e entre as partes e às vezes não?

Essa é a regra que mais gera dúvida. Dentro de um grupo de três dígitos o e é obrigatório: cento e vinte e três. Entre grupos, ele só entra quando o que vem depois é menor que cem ou é uma centena redonda, e é a última parte com valor. Por isso mil e um, mil e cem, mas mil duzentos e trinta e quatro.

Quando se escreve "de reais"?

Quando a quantia é um múltiplo exato de milhão, bilhão ou trilhão, sem nada depois. Um milhão de reais, dois bilhões de reais. Havendo qualquer parte menor, a preposição cai: um milhão e um reais, um milhão e quinhentos mil reais.

Cem ou cento?

Cem é só o cento exato, sozinho ou fechando um grupo: cem, mil e cem. A partir de cento e um até cento e noventa e nove usa-se cento. O mesmo vale no plural feminino: duzentas, e não duzentos, quando o substantivo é feminino.

Em cheque e contrato, vale o número ou o extenso?

No cheque, a lei resolve: o art. 12 da Lei 7.357/1985 diz que, havendo divergência entre a quantia em algarismos e por extenso, vale a escrita por extenso. Em contrato não há regra geral equivalente, mas a prática é a mesma, e cláusulas costumam dizer expressamente que o extenso prevalece. Vale conferir a grafia antes de assinar.

Qual o maior número que a ferramenta escreve?

Novecentos e noventa e nove trilhões, novecentos e noventa e nove bilhões, novecentos e noventa e nove milhões, novecentos e noventa e nove mil, novecentos e noventa e nove. O cálculo usa inteiros de precisão arbitrária, então nada é arredondado no caminho, o que importa quando o valor vai para um documento.

Catorze ou quatorze?

As duas formas estão corretas e registradas nos dicionários. A ferramenta usa catorze, que é uma escolha dela, feita para manter a saída previsível. Se o seu contrato exige a outra, basta trocar depois de copiar.

Fontes

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