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Leitor de XML de NF-e, NFC-e e CT-e

Veja o que está dentro do XML da nota ou do conhecimento de transporte e baixe o DANFE ou o DACTE em PDF, um por vez ou todos em ZIP.

Seus arquivos são processados no seu navegador e não são enviados para nenhum servidor.

Atualizado em 17/09/2026Fontes oficiaisReportar um erro

Você sabia?

Como funciona

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A regra por trás do resultado, explicada para quem quer entender a conta, conferir antes de usar ou aplicar no próprio trabalho.

NF-e, NFC-e e CT-e são arquivos XML assinados e autorizados pela SEFAZ. O PDF com código de barras que circula por e-mail é só a representação impressa de cada um: o DANFE para as notas e o DACTE para o conhecimento de transporte. Esta ferramenta reconhece o tipo de cada arquivo, mostra o que ele contém e monta o PDF no leiaute dos manuais oficiais.

O que tem dentro do XML

O arquivo autorizado junta o documento e o protocolo da SEFAZ. Na NF-e, cada bloco tem nome fixo: ide identifica a nota, emit e dest são emitente e destinatário, cada det é um item com seus impostos, total soma tudo, transp descreve o frete, cobr traz as duplicatas e pag as formas de pagamento. A NFC-e, modelo 65, usa o mesmo leiaute da NF-e, modelo 55. O CT-e, modelo 57, tem os seus: vPrest com os componentes do frete, infCarga com a carga e infDoc com as notas transportadas.

A chave de acesso

São 44 caracteres: UF, ano e mês da emissão, CNPJ do emitente, modelo, série, número, forma de emissão, código numérico e o dígito verificador, calculado pelo módulo 11. A ferramenta refaz a conta e avisa quando a chave não confere.

Com o CNPJ alfanumérico, a chave pode trazer letras. O código de barras CODE-128C só aceita números, então segue o modelo híbrido da Nota Técnica Conjunta 2025.001, que alterna para o CODE-128A nas letras.

Como cada PDF é montado

DANFE. O Anexo II do manual da NF-e define posição, tamanho e fonte de cada campo em A4. Itens que não cabem continuam em folhas adicionais que repetem o cabeçalho. O manual proíbe imprimir o que não está no arquivo, por isso um XML sem protocolo sai com esse aviso no campo, e uma nota de homologação sai com a marca “SEM VALOR FISCAL”.

DANFE NFC-e. Um cupom de 80 mm com as divisões do manual da NFC-e: cabeçalho, itens, totais, formas de pagamento, consulta pela chave, consumidor, protocolo e QR Code. O XML traz só o código do meio de pagamento, traduzido pela tabela oficial: 01 é dinheiro, 03 cartão de crédito, 17 PIX dinâmico. O conteúdo do QR Code já vem no arquivo, e a ferramenta só o desenha, acima do tamanho mínimo de 25 mm.

DACTE. O modelo rodoviário do manual do CT-e, com remetente, destinatário, tomador, carga, componentes do valor, impostos e documentos originários. Quando o grupo toma3 só informa o papel de quem paga o frete, a ferramenta busca os dados na parte correspondente, como o manual manda.

Reforma tributária

O leiaute da NF-e tem grupos para IBS, CBS e Imposto Seletivo, e o do CT-e para IBS e CBS. Os manuais do DANFE e do DACTE ainda não têm campo para eles, então os valores entram nas informações adicionais do DANFE e numa linha própria do DACTE, e o resumo da tela mostra cada um separado.

Exemplos

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Conferir uma nota recebida

Abra o XML que o fornecedor mandou e confira CNPJ, itens, CFOP e valores antes de lançar a entrada.

Fechamento do mês

Coloque os XML do período em um ZIP, envie de uma vez e baixe todos os DANFE e DACTE juntos.

Conferir o frete cobrado

Abra o XML do CT-e e compare os componentes do valor da prestação com a cotação da transportadora.

Perguntas frequentes

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O DANFE gerado aqui vale como documento fiscal?

O documento fiscal é o XML autorizado; o DANFE e o DACTE são só a representação impressa dele. O PDF segue o leiaute oficial e mostra o que está no arquivo, mas quem emite o documento é que responde pela via que acompanha a mercadoria. Para conferir se ele existe e não foi cancelado, use a consulta pública pela chave de acesso.

A ferramenta mostra se a nota foi cancelada?

Não. O cancelamento é um evento registrado na SEFAZ depois da autorização, e ele não altera o XML do documento. Por isso a ferramenta mostra o protocolo de autorização que está no arquivo e oferece o link para a consulta oficial, que é onde a situação atual aparece.

O que significa arquivo sem protocolo de autorização?

O XML autorizado vem com o grupo do protocolo, que traz o número, a data e o código 100, autorizado o uso. Sem esse grupo, o arquivo costuma ser o documento assinado antes do retorno da SEFAZ, e não dá para saber pelo arquivo se ele foi autorizado.

Meu XML tem os campos de IBS e CBS. A ferramenta lê?

Lê. Os grupos da reforma tributária entraram no leiaute pela NT 2025.002, e a ferramenta mostra os valores de IBS, CBS e Imposto Seletivo. No DANFE, que ainda não tem campo próprio para eles, os totais vão para as informações adicionais.

Por que o nome ou o CPF do consumidor não aparecem na NFC-e?

O manual do DANFE NFC-e manda imprimir a identificação do consumidor apenas quando ela está no XML. Ela é obrigatória em vendas a partir de R$ 10.000,00, valor que a UF pode reduzir, e em entregas em domicílio, ou quando o consumidor pede. Sem esses dados no arquivo, o cupom diz consumidor não identificado.

Quem é o tomador do serviço no CT-e?

É quem paga o frete. O grupo toma3 aponta para uma das partes já informadas, que pode ser remetente, expedidor, recebedor ou destinatário, e o grupo toma4 traz os dados de um terceiro. A ferramenta resolve os dois casos e mostra o tomador com o papel dele.

Posso enviar vários XML de uma vez?

Pode. Selecione vários arquivos ou envie um ZIP com eles, até 500 documentos por vez, misturando NF-e, NFC-e e CT-e. Cada documento aparece em um cartão com o botão do PDF, e há um botão para baixar todos em um único ZIP.

O XML é enviado para algum servidor?

Não. A leitura e a geração dos PDFs acontecem no seu navegador. Isso importa porque as notas trazem dados de clientes, preços e condições comerciais.

Fontes

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